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OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA DE ARAÇATUBA - "ARAÇATUBA É TUDO DE BOM!"

Um dos sinais peculiares de uma pessoa desesperada é o desequilíbrio emocional. Na eleição de Araçatuba, os opositores sistemáticos da atual administração, que são em sua maioria representantes de setores conservadores e reacionários, começam a apelar para atos desesperados, com o objetivo de provocar fatos políticos, que possam alterar o resultado eleitoral já previsto em todas as pesquisas de intenção de voto. A mesma oposição que há dois anos atrás, lançou a campanha "Visite Araçatuba Antes que Acabe" e que tentou também propagar uma onda negativa de boatarias na cidade, começa a perceber tardiamente, que a maioria da população apoia o trabalho realizado pelo Prefeito Cido.   São estas mesmas pessoas que passaram os últimos três anos "cornetando" a administração nas redes socias e que agora no período eleitoral não conseguem dar sustentação aos seus argumentos. Enquanto a oposição se desespera em atitudes que demon...

OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA DE ARAÇATUBA - JORNAL HORA DO POVO - 200 LIGAÇÕES ENTRE CACHOEIRA E A VEJA

VOCÊ

Observatório Social da Imprensa de Araçatuba - A indústria de criação de "factóides eleitorais" e seus correligionários

É de se lamentar, que dentro dos interesses que envolvem este período eleitoral, uma revista de grande circulação, possa criar um "factóide político" com o único objetivo de conturbar e preudicar o direito democrático das pessoas de escolherem os melhores candidatos. Duplamente lamentável é nos depararmos com homens tidos como "letrados" que se fazem de ignorantes, transformando-se em multiplicadores de noticias falsas e mentirosas. A população brasileira já aprendeu a identificar quem são os verdadeiros salafrários e sabem muito bem que alguns órgãos de imprensa, não passam de panfletos voltados a perpetuação do modelo de desigualdade social, que ainda persiste, mais que está com os seus dias contados no Brasil.     Revista Veja:   Feita com base em revelações de parentes, amigos e associados , a reportagem de capa de VEJA desta semana reabre de forma incontornável a questão da participação do ex-presidente Lula no mensalão. "Lula era o chefe", vem repeti...

OBSERVATÓRIO SOCIAL DA IMPRENSA DE ARAÇATUBA - FICHA LIMPA

OBSERVATÓRIO SOCIAL DA IMPRENSA DE ARAÇATUBA - LÁ E CÁ

A DIFERENÇA ENTRE AGIR E CRITICAR

OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA DE ARAÇATUBA Em 2009, tive a grata satisfação de participar do processo de Revisão do Tratado de Durban em Genebra na Suíça. Lembro-me das reuniões preparatórias em Brasília, foram pelo menos três, com ampla participação das principais lideranças da sociedade civil, movimento negro e do próprio governo. Neste período eu exercia também a presidência do INSP IR (Instituto Sindical Interamericano Pela Igualdade Racial) e também participava do CNPIR (Conselho Nacional da Promoção da Igualdade Racial), órgão ligado à SEPPIR (Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial) na representação da Central Única dos Trabalhadores (CUT). As reuniões preparatórias eram muito intensas e desgastantes, com a participação ativa de todos os segmentos, cada um deles preocupados com cada item do Tratado, todos atentos até mesmo aos pontos e vírgulas que iriam fazer parte do documento final. Frases iniciadas com “fortalecer”, “atender”, “garantir”, “buscar” eram total...

Jingle ainda é a melhor arma eleitoral; relembre alguns - da Livraria da Folha - 21/07/2011

Com o advento de redes sociais conectadas e outros elementos impensáveis 30 anos atrás, um recurso do século passado ainda é uma arma decisiva nas campanhas: o jingle. Divulgação Jingle benfeito pode ser decisivo para a conquista do eleitorado A popularização de novas mídias não colocou fim nas músicas eleitorais. Pelo contrário. Elas invadiram a internet e ainda influenciam o resultado das urnas. Em "Jingles Eleitorais e Marketing Político: Uma Dupla do Barulho" , Carlos Manhanelli apresenta um estudo dos jingles veiculados nas eleições presidenciais entre 1930 e 2010, de Getúlio Vargas a Dilma Roussef. Especialista no uso das pesquisas para definir a estratégia dos candidatos e professor da Universidade de Salamanca, na Espanha, Manhanelli também é autor de "Eleição é Guerra" , "Estratégias Eleitorais" e "Marketing Pós-Eleitoral" . Um bom jingle, mesmo décadas depois do fim de uma candidatura, continua na memória do eleitorado. Ouça al...