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Mostrando postagens de julho 2, 2017

VIVENDO O SOBRENATURAL DE DEUS - POR: MARCOS BENEDITO

Este projeto nasceu após o Presbítero Marcos Benedito ter recebido o convite para participar do “Programa Fogo no Altar”, que é realizado na  Rádio Boas Novas de Araçatuba sob o comando da Missionária Mônica Roldão. Incentivado pela sua esposa, que é ouvinte assídua da programação desta emissora, o Presbítero Marcos Benedito resolveu colocar em prática um desejo que ele já vinha alimentando há pelo menos 10 anos, a gravação de um CD de Música Gospel. Tão logo confirmou a sua presença no programa, o Presbítero Marcos procurou o Pastor Paulo Skalla, dono de uma gravadora, para iniciar a gravação de um louvor para ser lançado na programação do "Programa Fogo no Altar" com a Missionária Mônica Roldão. Passaram-se três semanas, onde ocorreram várias sessões no estúdio, que teve o empenho e a dedicação do técnico e filho do Pastor Paulinho Skalla, Júnior Skalla, responsável pela gravação e pela mixagem da música. Rafael Vianna, um dos membros da juventude da

CHARGE DO DIA - VITOR EMANUEL E BIRA

Por que é provável que você nunca tenha ouvido falar do reino Aksum, uma das quatro grandes civilizações do mundo antigo - Zeinab Badawi - BBC

Direito de imagem GETTY IMAGES Image caption Reis aksumitas controlavam comércio no mar Vermelho A grande pirâmide de Gizé, no Cairo, é considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo. Mas quem segue o curso do rio Nilo e viaja rumo ao sul, no território onde hoje é o Sudão, se depara com milhares de construções similares, que pertenceram ao reino de Kush (ou Cuche). Kush foi uma superpotência africana e sua influência se estendeu até o atual Oriente Médio. O reino existiu por centenas de anos e, no século 8º antes de Cristo, conquistou o Egito, governando-o por décadas. E o que restou dessa civilização é impressionante. Direito de imagem GETTY IMAGES Image caption Unesco considera Jebel Barkal Patrimônio da Humanidade Legado Mais de 300 pirâmides continuam intactas, praticamente inalteradas desde que foram construídas, há cerca de 3 mil anos. As mais suntuosas se encontram em Jebel Barkal, uma pequena montanha no Sudão do Norte que, junto com a cidade de Napat

O que são os coletivos chavistas, 'defensores da revolução' que invadiram a Assembleia venezuelana - Daniel García Marco (@danigmarco) Da BBC Mundo em Caracas - EL PAÍS

Direito de imagem AFP Image caption Coletivos foram às ruas em abril de 2008 protestar contra ataque das forças de segurança O grafite no muro ilustra a ameaça. Trata-se da silhueta de um homem apontando um fuzil. Logo abaixo, a legenda: "Os coletivos vão tomar Caracas em defesa da revolução!". Esse tipo de grafite é comum em paredes e edifícios de vários bairros de Caracas. E também nos muros brancos que cercam o Parlamento venezuelano, invadido na quarta-feira por um grupo de civis simpatizantes do presidente Nicolás Maduro. Os líderes da oposição os chamam de "paramilitares". A procuradora-geral da República, Luisa Ortega, os define como "grupos armados civis fora da lei". Nas ruas, são conhecidos simplesmente como "coletivos". E frequentemente estão encapuzados. Segundo o governo, muitos coletivos são grupos sociais que trabalham em projetos dentro de organizações criadas pelo ex-presidente Hugo Chávez nas comunidades. Vários sã