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CONHEÇA O FOCO DE ATUAÇÃO DA FOLHA DA REGIÃO E A CARACTERÍSTICAS DOS SEUS LEITORES

Circulação Dias úteis: 13.000 exemplares Domingo: 15.000 exemplares   Distribuição Araçatuba, Alto Alegre, Andradina, Auriflama, Avanhandava, Barbosa,Bento de Abreu,Bilac, Birigui, Braúna, Brejo Alegre, Buritama, Castilho, Clementina, Coroados, Gabriel Monteiro, Gastão Vidigal, Glicério, Guaraçaí, Guararapes, Ilha Solteira, Lavínia, Lins, Lourdes, Mirandópolis, Nova Luzitânia, Penápolis, Pereira Barreto, Piacatu, Promissão,Rubiácea, Santo.A.do Aracanguá, Santópolis do Aguapeí, Turiúba, Valparaiso, Sud Menucci, Vicentinópolis. Panorama Geral   Sexo: Masculino: 54% Mulher: 46% Faixa Etária: 10 a 14 anos: 6% 15 a 24 anos: 25% 25 a 39 anos: 35% 40 a 49 anos: 14% + de 50 anos: 20% Classe social: A/B: 60% C: 36% D/E: 4%

APJ condena indiciamento de jornalista do Diário da Região

A Associação Paulista de Jornais (APJ) emitiu nesta quarta-feira Nota Oficial manifestando-se sobre cerceamento à liberdade de imprensa em S. José do Rio Preto Wilson Marini A Associação Paulista de Jornais (APJ) emitiu nesta quarta-feira Nota Oficial manifestando-se sobre cerceamento à liberdade de imprensa em S. José do Rio Preto, envolvendo repórter do jornal associado Diário da Região. O jornalista Allan Abreu foi indiciado pela Polícia Federal por ter publicado informação constante em inquérito sob segredo de Justiça. A APJ entende que o sigilo de fonte é preceito constitucional e que o jornalista não pode ser responsabilizado por obter informação de interesse público. Integram a APJ os seguintes jornais: Comércio da Franca, Cruzeiro do Sul (Sorocaba), Diário da Região (S. José do Rio Preto), Diário do Grande ABC (Santo André), Folha da Região (Araçatuba), Jornal da Cidade (Bauru), Jornal de Jundiaí, Jornal de Limeira, Jornal de Piracicaba, O Diário (Mogi das Cr...

MOMENTO LÚDICO DO OBSERVATÓRIO: DOIS MONSTROS SAGRADOS DA MPB

A mídia chora pela queda de Jobim

Por Altamiro Borges A mídia demotucana está consternada, abatida, com a queda de Nelson Jobim. Ele não era só o homem de confiança da direita, o padrinho de casamento e eleitor de José Serra e o confidente do serviço diplomático dos EUA – conforme recentes revelações do Wikileaks. Era também o queridinho da mídia, o mais competente ministro da Defesa que o Brasil já teve na sua história. O puxa-saquismo beira o ridículo e está estampado em todos os jornalões. A Folha chega a publicar um editorial bajulando Jobim. Afirma que ele cometeu apenas “três deslizes verbais”, que não negam a sua “notável habilidade em uma bem-sucedida carreira”. Ela até reconhece que o ex-ministro “passou dos limites e se tornou vítima dos próprios excessos”. No restante, é pura babação. Folha pensa que seu leitor é besta No maior cinismo, após semanas fustigando o chamado “caos aéreo” e propondo a privatização dos aeroportos, a Folha esquece o que escreveu e afirma que a chegada do defenes...

GLOBALIZAÇÃO DO ENDIVIDAMENTO

A cabeça do jornalismo econômico brasileiro “está feita”. Eles só ouvem e crêem no “mercado”.

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço : O Ministro Guido Mantega não é das pessoas mais exuberantes do falar. Mas os entrevistadores do Estadão foram tão radicalmente “mercadistas” que ele deu um banho na matéria publicada ontem. Este diálogo, se não tivesse sido reproduzido pelo próprio jornal, seria inacreditável: Estadão: O Banco Central vem seguindo essa cautela com juros com esses aumentos bem baixinhos da Selic, de 0,25%? Mantega: Bem baixinho? É a mais alta do mundo! Aumentou 1,5 ponto porcentual. Qual foi o país que aumentou isso?Não tem nada de baixinho. Impressionante que quatro jornalistas de um dos maiores jornais do país se refiram como “baixinhos” aos aumentos de juros no Brasil. A cabeça do jornalismo econômico brasileiro “está feita”. Eles só ouvem e crêem no “mercado”. Apesar disso, a entrevista é muito boa por revelar a segurança que o Ministro da Fazenda transmite, neste momento de ameaças. Afinal, ele tem mais informações do que qua...

Jornalismo Marrom

Por Michelle Chen, no sítio Outras Palavras : Com culpado prazer, a grande mídia nos está servindo um cardápio de razões para desprezar o império midiático de Rupert Murdoch. Em meio à confusão mal-cheirosa, no entanto, não se deveria esquecer que por baixo de qualquer magnata da mídia, apesar de podre, existe uma empresa de pessoas reais – uma cultura de trabalhadores que representam o estado trágico e conflagrado do jornalismo atual. As violações éticas que estão sendo reveladas refletem corrupção de cima a baixo. Ainda mais importante, a criminalidade instala-se em uma cultura corporativa de laissez faire vulgar, na qual honestidade e pensamento crítico são descartados e vistos como um impedimento ao sucesso comercial. A espionagem e suborno apontados são apenas sintomas extremos da metástase que atinge toda a mídia. Ouçamos os ex-empregados que falaram com a Reuters sobre o santuário secreto do conglomerado de Murdoch – a News Corp – conectando diretamente o clima...