Circulação |
Dias úteis: 13.000 exemplares Domingo: 15.000 exemplares |
Distribuição |
Araçatuba, Alto Alegre, Andradina, Auriflama, Avanhandava, Barbosa,Bento de Abreu,Bilac, Birigui, Braúna, Brejo Alegre, Buritama, Castilho, Clementina, Coroados, Gabriel Monteiro, Gastão Vidigal, Glicério, Guaraçaí, Guararapes, Ilha Solteira, Lavínia, Lins, Lourdes, Mirandópolis, Nova Luzitânia, Penápolis, Pereira Barreto, Piacatu, Promissão,Rubiácea, Santo.A.do Aracanguá, Santópolis do Aguapeí, Turiúba, Valparaiso, Sud Menucci, Vicentinópolis. |
Panorama Geral |
Sexo: Masculino: 54% Mulher: 46% Faixa Etária: 10 a 14 anos: 6% 15 a 24 anos: 25% 25 a 39 anos: 35% 40 a 49 anos: 14% + de 50 anos: 20% Classe social: A/B: 60% C: 36% D/E: 4% |
Onde a Doutrina Monroe foi usada como instrumento de dominação A chamada Doutrina Monroe não surgiu por acaso, nem por boa vontade. Ela foi criada em 1823, quando os Estados Unidos ainda estavam se afirmando como nação, mas já pensavam como império em formação. O contexto era claro: países da América Latina estavam se libertando das coroas europeias, especialmente da Espanha e de Portugal, e as grandes potências do Velho Mundo observavam com interesse a possibilidade de retomar influência sobre essas regiões. Foi nesse cenário que os EUA se apresentaram como “protetores” do continente. O discurso oficial dizia que a Europa não deveria mais interferir nas Américas. Soava bonito, até necessário. Mas o objetivo real era outro: afastar os europeus para assumir o controle do território, da política e da economia do continente. Nascia ali a famosa frase: “A América para os americanos.” Só que nunca ficou claro quem eram esses “americanos”. Na prática, a doutrina estabeleceu que nenhum país d...
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