Pular para o conteúdo principal

NASA's AIRS Maps Carbon Monoxide from Brazil Fires - FONTE: NASA - 23/08/2019


TEXTO DA NASA - TRADUZIDO

Esta série cronológica mostra o monóxido de carbono associado a incêndios na região amazônica no Brasil de 8 a 22 de agosto de 2019. Feitas com dados coletados pelo Atmosférico Infravermelho (AIRS) no satélite Aqua da NASA, as imagens mapeiam o monóxido de carbono a aproximadamente 18.000 pés (5.500 metros) de altitude. Cada "dia" da série é feito calculando a média de três dias de medições.

Créditos: NASA / JPL-Caltech
Imagem e legenda completas
Novos dados do instrumento Atmosphere Infrared Sounder (AIRS) da NASA, a bordo do satélite Aqua, mostram o movimento alto na atmosfera de monóxido de carbono associado a incêndios na região amazônica do Brasil.

Esta série cronológica mapeia o monóxido de carbono a uma altitude de 5.500 metros de 18 a 22 de agosto de 2019. À medida que a série avança, a pluma de monóxido de carbono cresce na região noroeste da Amazônia e depois se move em uma pluma mais concentrada em direção ao sudeste parte do país.

Cada "dia" da série é feito calculando a média de três dias de medições, uma técnica usada para eliminar as diferenças de dados. Verde indica concentrações de monóxido de carbono em aproximadamente 100 partes por bilhão em volume (ppbv); amarelo, a cerca de 120 ppbv; e vermelho escuro, com cerca de 160 ppbv. Os valores locais podem ser significativamente mais altos.

Poluente que pode viajar grandes distâncias, o monóxido de carbono pode persistir na atmosfera por cerca de um mês. Na alta altitude mapeada nessas imagens, o gás tem pouco efeito no ar que respiramos; no entanto, ventos fortes podem carregá-lo para baixo, onde podem afetar significativamente a qualidade do ar. O monóxido de carbono desempenha um papel na poluição do ar e nas mudanças climáticas.

O AIRS, em conjunto com a Advanced Microwave Sounding Unit (AMSU), detecta radiação infravermelha e de microondas da Terra para fornecer uma visão tridimensional do tempo e do clima da Terra. Com mais de 2.000 canais detectando diferentes regiões da atmosfera, os instrumentos criam um mapa tridimensional global de temperatura e umidade atmosférica, quantidades e alturas de nuvens, concentrações de gases de efeito estufa e muitos outros fenômenos atmosféricos.

Os instrumentos AIRS e AMSU são gerenciados pelo Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia, sob contrato com a NASA. JPL é uma divisão da Caltech.

TEXTO ORIGINAL (NASA) - 23/08/2019

This time series shows carbon monoxide associated with fires from the Amazon region in Brazil from Aug. 8-22, 2019. Made with data collected from the Atmospheric Infrared Sounder (AIRS) on NASA's Aqua satellite, the images map carbon monoxide at approximately 18,000 feet (5,500 meters) altitude. Each "day" in the series is made by averaging three day's-worth of measurements.
Credits: NASA/JPL-Caltech
New data from NASA's Atmospheric Infrared Sounder (AIRS) instrument, aboard the Aqua satellite, shows the movement high in the atmosphere of carbon monoxide associated with fires in the Amazon region of Brazil.
This time series maps carbon monoxide at an altitude of 18,000 feet (5,500 meters) from Aug. 8-22, 2019. As the series progresses, the carbon monoxide plume grows in the northwest Amazon region then drifts in a more concentrated plume toward the southeastern part of the country.
Each "day" in the series is made by averaging three days' worth of measurements, a technique used to eliminate data gaps. Green indicates concentrations of carbon monoxide at approximately 100 parts per billion by volume (ppbv); yellow, at about 120 ppbv; and dark red, at about 160 ppbv. Local values can be significantly higher.
A pollutant that can travel large distances, carbon monoxide can persist in the atmosphere for about a month. At the high altitude mapped in these images, the gas has little effect on the air we breathe; however, strong winds can carry it downward to where it can significantly impact air quality. Carbon monoxide plays a role in both air pollution and climate change. 
AIRS, in conjunction with the Advanced Microwave Sounding Unit (AMSU), senses emitted infrared and microwave radiation from Earth to provide a three-dimensional look at Earth's weather and climate. With more than 2,000 channels sensing different regions of the atmosphere, the instruments create a global, three-dimensional map of atmospheric temperature and humidity, cloud amounts and heights, greenhouse gas concentrations and many other atmospheric phenomena.
The AIRS and AMSU instruments are managed by NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, California, under contract to NASA. JPL is a division of Caltech.
More information about AIRS can be found at:
Esprit Smith
Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif.
818-354-4269
esprit.smith@jpl.nasa.gov
2019-173
Last Updated: Aug. 23, 2019
Editor: Tony Greicius

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Doutrina Monroe - Por: Marcos Benedito - 03/01/2026

Onde a Doutrina Monroe foi usada como instrumento de dominação A chamada Doutrina Monroe não surgiu por acaso, nem por boa vontade. Ela foi criada em 1823, quando os Estados Unidos ainda estavam se afirmando como nação, mas já pensavam como império em formação. O contexto era claro: países da América Latina estavam se libertando das coroas europeias, especialmente da Espanha e de Portugal, e as grandes potências do Velho Mundo observavam com interesse a possibilidade de retomar influência sobre essas regiões. Foi nesse cenário que os EUA se apresentaram como “protetores” do continente. O discurso oficial dizia que a Europa não deveria mais interferir nas Américas. Soava bonito, até necessário. Mas o objetivo real era outro: afastar os europeus para assumir o controle do território, da política e da economia do continente. Nascia ali a famosa frase: “A América para os americanos.” Só que nunca ficou claro quem eram esses “americanos”. Na prática, a doutrina estabeleceu que nenhum país d...

ATITUDE BRASIL: Um olhar sobre o grupo depois de mais de 20 anos - Por: Marcos Benedito

Ao tomar a iniciativa de recuperar e registrar o material do Atitude Brasil na plataforma do YouTube, comecei também a observar novos detalhes que, na época em que tudo foi produzido, talvez não tivessem recebido a devida atenção. Mais de 20 anos depois, ao rever essas gravações, algumas características do grupo tornam-se muito mais evidentes. E uma das primeiras coisas que chama a atenção é justamente aquilo que talvez seja uma das marcas mais importantes do Atitude Brasil: a espontaneidade . A espontaneidade como marca Nas gravações é possível perceber uma alegria natural. Não parece haver uma tentativa artificial de produzir uma determinada reação ou de representar uma coreografia previamente ensaiada. A alegria simplesmente acontece. O grupo demonstra espontaneamente a satisfação de tocar, cantar e fazer música. Isso é particularmente significativo quando comparamos com algumas performances musicais em que a movimentação, os gestos e as expressões parecem excessivamente programados...

OBSERVATÓRIO - Imigrantes africanos protestam por direitos humanos em Israel - Do G1, com agências inernacionais

Os imigrantes pedem que o governo conceda a eles o status de refugiado. Enquanto isso, são abrigados em centro penitenciários.                           Munidos de velas e cartazes, imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários. (Foto: Oren Ziv/France Presse)   Imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários e para terem respeitados os direitos humanos. Em um protesto pacíficio, milhares seguram velas e ostentaram cartazes pedidno liberdade. Cerca de 60 mil imigrantes africanos vivem em Israel sem o status de refugiado. Eles são abrigados em centros de detenção, devido a uma lei que passou no parlamento...