Pular para o conteúdo principal

Existe um novo formato de livro nos EUA chamado "flipback"; veja aqui como funciona - publicado 7 de Novembro de 2018, Farrah Penn Farrah Penn - BuzzFeed

Estes livros têm mais ou menos o tamanho da nossa mão, são lidos como se fossem "bloquinhos" e foram popularizados na Holanda.

Olá, meus amigos amantes de livros! Esta semana descobri algo chamado minilivros de bolso/livros estilo "flipback", e eles estão se tornando uma sensação aqui nos EUA.

Farrah Penn / BuzzFeed

Você talvez já esteja familiarizado com o conceito, pois eles são conhecidos como "dwarsligger" (flipback) na Holanda. Segundo o The New York Times, eles "podem reformular o panorama da indústria editorial se forem bem-sucedidos". Então, resolvi eu mesma testar o formato.

Farrah Penn / BuzzFeed

Vou ser honesta com vocês. Quando a editora me enviou a coleção de flipbacks de John Green, abri o pacote e dei risada. Para te dar uma perspectiva do tamanho, eles são, aproximadamente, do tamanho de uma xícara de café de 240 ml.

Farrah Penn / BuzzFeed

Veja outra imagem comparando o minilivro de bolso com o tamanho da minha mão.

Farrah Penn / BuzzFeed

E, porque são chamados de livros de bolso, quis ver se realmente eles cabiam dentro de bolsos. A experiência foi... como esperado. As calças masculinas tendem a ser mais profundas, então estes livros cabem perfeitamente nelas. Com jeans feminino, definitivamente não rolou.

Farrah Penn / BuzzFeed

Agora, a parte da leitura. Uma das primeiras coisas que percebi foi que o papel é super fino. Tipo, pense em fino como papel-bíblia. Esta foi uma das partes mais irritantes quando comecei a ler — pois você consegue ver o texto da próxima página.

Farrah Penn / BuzzFeed

Mas, pelo bem da experiência, li o primeiro capítulo inteiro de um dos livros. Surpreendentemente, as letras são grandes o suficiente para ler sem dificuldade. E o problema de ver através das páginas não é TÃO ruim à medida que você continua lendo.

Pablo Valdivia / BuzzFeed

Veja uma comparação lado a lado do texto do livro normal com o texto do flipback. O espaço é um pouco mais apertado, mas o tamanho é quase o mesmo.

Dutton Books for Young Readers, an imprint of Penguin Random House

Resolvi também ouvir o que meus colegas tinham a dizer sobre o novo formato:

Pablo: Sou fã de coisas em miniatura e achei estes livros muito bonitinhos. Preferiria ler horizontalmente, tipo um livro normal (mesmo que as palavras fossem minúsculas), mas gostei que eles pensaram fora da caixa.
Pedro: Achei ótimo para pessoas que amam ter cópias físicas de livros, mas não querem carregar livros gigantes por aí. Curti!
Asia: Gostei. Parece fácil de ler e de carregar, e é muito mais leve do que o meu Kindle.
Claire: Entrei na onda desses livrinhos. Eles parecem mais confortáveis para quem gosta de ler na cama (eu). Estou agradavelmente surpresa de como a fonte é grande, mas o vazamento das outras páginas dificulta a leitura. Se as páginas fossem um pouquinho mais grossas (para impedir o vazamento), seria melhor!

Livros de autores populares já foram convertidos para o formato "flipback" nos EUA, mas ainda não estão disponíveis no Brasil.

Amazon / Via amazon.com
  1. E aí? Você compraria e leria um livro estilo flipback?
    Claro, parece legal!
    Não... prefiro livros normais!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Doutrina Monroe - Por: Marcos Benedito - 03/01/2026

Onde a Doutrina Monroe foi usada como instrumento de dominação A chamada Doutrina Monroe não surgiu por acaso, nem por boa vontade. Ela foi criada em 1823, quando os Estados Unidos ainda estavam se afirmando como nação, mas já pensavam como império em formação. O contexto era claro: países da América Latina estavam se libertando das coroas europeias, especialmente da Espanha e de Portugal, e as grandes potências do Velho Mundo observavam com interesse a possibilidade de retomar influência sobre essas regiões. Foi nesse cenário que os EUA se apresentaram como “protetores” do continente. O discurso oficial dizia que a Europa não deveria mais interferir nas Américas. Soava bonito, até necessário. Mas o objetivo real era outro: afastar os europeus para assumir o controle do território, da política e da economia do continente. Nascia ali a famosa frase: “A América para os americanos.” Só que nunca ficou claro quem eram esses “americanos”. Na prática, a doutrina estabeleceu que nenhum país d...

ATITUDE BRASIL: Um olhar sobre o grupo depois de mais de 20 anos - Por: Marcos Benedito

Ao tomar a iniciativa de recuperar e registrar o material do Atitude Brasil na plataforma do YouTube, comecei também a observar novos detalhes que, na época em que tudo foi produzido, talvez não tivessem recebido a devida atenção. Mais de 20 anos depois, ao rever essas gravações, algumas características do grupo tornam-se muito mais evidentes. E uma das primeiras coisas que chama a atenção é justamente aquilo que talvez seja uma das marcas mais importantes do Atitude Brasil: a espontaneidade . A espontaneidade como marca Nas gravações é possível perceber uma alegria natural. Não parece haver uma tentativa artificial de produzir uma determinada reação ou de representar uma coreografia previamente ensaiada. A alegria simplesmente acontece. O grupo demonstra espontaneamente a satisfação de tocar, cantar e fazer música. Isso é particularmente significativo quando comparamos com algumas performances musicais em que a movimentação, os gestos e as expressões parecem excessivamente programados...

OBSERVATÓRIO - Imigrantes africanos protestam por direitos humanos em Israel - Do G1, com agências inernacionais

Os imigrantes pedem que o governo conceda a eles o status de refugiado. Enquanto isso, são abrigados em centro penitenciários.                           Munidos de velas e cartazes, imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários. (Foto: Oren Ziv/France Presse)   Imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários e para terem respeitados os direitos humanos. Em um protesto pacíficio, milhares seguram velas e ostentaram cartazes pedidno liberdade. Cerca de 60 mil imigrantes africanos vivem em Israel sem o status de refugiado. Eles são abrigados em centros de detenção, devido a uma lei que passou no parlamento...