Pular para o conteúdo principal

Fonte anônima confirma que Israel realizou 202 bombardeios na Síria - POR: INCRÍVEL.CLUB

Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visita um posto militar durante uma visita ao Monte Hermon, nas Colinas de Golã sob controle israelense, com vista para a fronteira entre Israel e Síria (foro de arquivo)

© AP Photo / Baz Ratner
Uma autoridade militar israelense disse nesta terça-feira (4) que o Exército realizou 202 bombardeios na Síria nos últimos 18 meses contra alvos principalmente iranianos, uma rara confirmação de tal ação. O relato foi obtido pela agência de notícias AFP.
O oficial, ouvido de maneira anônima, disse que as ações envolveram "alvos militares, a maioria deles pertencentes à Guarda Revolucionária (iraniana)". Cerca de 800 mísseis e bombas foram usados ​​nos ataques.
Israel prometeu impedir que seu principal inimigo, o Irã, se fortaleça militarmente na Síria, onde Teerã está apoiando o presidente Bashar Assad na atual guerra civil.
Uma série de bombardeios mataram cidadãos do Irã que estavam na Síria, mas Israel sempre negou estar envolvido nos episódios.

O que Israel confirma é bombardear posições do Hezbollah na Síria.
A rara confirmação dos bombardeios ocorre depois que o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, sinalizou que seu país poderia atingir alvos iranianos no Iraque se eles ameaçassem Israel.
"Vamos enfrentar qualquer ameaça iraniana, não importa de onde venha", disse Lieberman na segunda-feira.
O ministro da Defesa falava após relatos de que o Irã havia fornecido mísseis balísticos para milícias xiitas aliadas no Iraque.
"Nossa liberdade de ação é total", acrescentou Lieberman.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Doutrina Monroe - Por: Marcos Benedito - 03/01/2026

Onde a Doutrina Monroe foi usada como instrumento de dominação A chamada Doutrina Monroe não surgiu por acaso, nem por boa vontade. Ela foi criada em 1823, quando os Estados Unidos ainda estavam se afirmando como nação, mas já pensavam como império em formação. O contexto era claro: países da América Latina estavam se libertando das coroas europeias, especialmente da Espanha e de Portugal, e as grandes potências do Velho Mundo observavam com interesse a possibilidade de retomar influência sobre essas regiões. Foi nesse cenário que os EUA se apresentaram como “protetores” do continente. O discurso oficial dizia que a Europa não deveria mais interferir nas Américas. Soava bonito, até necessário. Mas o objetivo real era outro: afastar os europeus para assumir o controle do território, da política e da economia do continente. Nascia ali a famosa frase: “A América para os americanos.” Só que nunca ficou claro quem eram esses “americanos”. Na prática, a doutrina estabeleceu que nenhum país d...

OBSERVATÓRIO - Imigrantes africanos protestam por direitos humanos em Israel - Do G1, com agências inernacionais

Os imigrantes pedem que o governo conceda a eles o status de refugiado. Enquanto isso, são abrigados em centro penitenciários.                           Munidos de velas e cartazes, imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários. (Foto: Oren Ziv/France Presse)   Imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários e para terem respeitados os direitos humanos. Em um protesto pacíficio, milhares seguram velas e ostentaram cartazes pedidno liberdade. Cerca de 60 mil imigrantes africanos vivem em Israel sem o status de refugiado. Eles são abrigados em centros de detenção, devido a uma lei que passou no parlamento...

Madame Satã, o transformista visto como herói da contracultura e vilão pelo governo Bolsonaro - Daniel Salomão Roque De São Paulo para a BBC News Brasil 26 junho 2021

  bibliOTECA NACIONAL Legenda da foto, Manchete sobre a participação de João Francisco numa fuga penitenciária em 1955. O transformista nutria grande admiração por Carmen Miranda e procurava imitá-la sempre que possível Ao abaixar a cabeça, João Francisco dos Santos, então com 28 anos, viu duas poças se avolumarem no chão de seu quarto — de um lado, as gotas de sangue pingando através de um rasgo em sua sobrancelha direita; do outro, as lágrimas que lhe escorriam pelos cantos dos olhos. Não demorou muito para que ambos os fluidos se misturassem numa poça maior. "A minha pessoa estava feliz demais naquela noite. Eu devia ter desconfiado", recordaria quatro décadas depois, em depoimento ao escritor Sylvan Paezzo (1938-2000). "Já tinha apanhado tanto da danada da vida, que pensei ter chegado a minha boa hora. Aquela demagogia de que não há mal que sempre dure e que depois da tempestade vem a bonança." Corria o ano de 1928, e João Francisco acreditava ter realizado o so...