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16 fotos que ajudaram a definir a história contemporânea - publicado 11 de Dezembro de 2017, 4:39 p.m. Gabriel H. Sanchez Gabriel H. Sanchez BuzzFeed News Photo Essay Editor
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Beatles desembarcam em Nova York, 7 de fevereiro de 1964.
Desde os anos 1950, o fotógrafo Harry Benson documentou alguns dos momentos e pessoas mais importantes do mundo moderno. De Beatles a Amy Winehouse, passando por todos os presidentes americanos desde Dwight D. Eisenhower (1890-1969), as fotografias de Benson são famosas pela intimidade que transmitem.
Algumas vezes, o fotógrafo estava até perto demais — Benson é famoso por estar ao lado do senador Bob Kennedy, em 5 de junho de 1968, quando ele foi atingido por um tiro fatal na barriga. A centímetros de distância da cena, Benson capturou as imagens com a precisão que virou sinônimo de seu trabalho.
Um livro recém-lançado, "Harry Benson: Persons of Interest" ("Pessoas de Interesse", em tradução literal, sem edição em português), compila uma vida inteira de fotografias e de histórias que só foram possíveis por causa das imagens.
Veja abaixo algumas fotos do livro, cedidas por Benson ao BuzzFeed News.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Muhammad Ali na cidade de Lewiston, no Estado do Maine, 25 de maio de 1965.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Revoltas de cunho racial em Los Angeles, 1965.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Soldados do IRA (Exército Republicano Irlandês), em 1985.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Mulher amamenta bebê durante encontro da Ku Klux Klan, na Carolina do Sul, 1965.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
11 de setembro de 2001, o dia do ataque às Torres Gêmeas, em Nova York.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
O rei do soul James Brown abre espacate em seu Estado natal, Georgia, 1979.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Amy Winehouse em Londres, 2005.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Ronald Reagan e a então primeira-dama, Nancy Reagan, na Casa Branca, em 1986.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Bill e Hillary Clinton se beijam no palácio do governador, em Little Rock, Arkansas, 1992.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Barack Obama cumprimenta visitantes da Casa Branca, em 2009.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Donald Trump e uma pilha de US$ 1 milhão, no cassino que ele tinha em Atlantic City, 1990.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Uma jovem em Berlim Ocidental, em 1982.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Campo de refugiados em Las Dhure, Somália, 1981.
From Harry Benson: Persons of Interest by Harry Benson, published by powerHouse Books
Em sentido horário, da esquerda para cima: Willie Nelson, Lionel Richie, Tina Turner, Bruce Springsteen, Bob Dylan, Michael Jackson e Cyndi Lauper em Los Angeles, janeiro de 1985.
Onde a Doutrina Monroe foi usada como instrumento de dominação A chamada Doutrina Monroe não surgiu por acaso, nem por boa vontade. Ela foi criada em 1823, quando os Estados Unidos ainda estavam se afirmando como nação, mas já pensavam como império em formação. O contexto era claro: países da América Latina estavam se libertando das coroas europeias, especialmente da Espanha e de Portugal, e as grandes potências do Velho Mundo observavam com interesse a possibilidade de retomar influência sobre essas regiões. Foi nesse cenário que os EUA se apresentaram como “protetores” do continente. O discurso oficial dizia que a Europa não deveria mais interferir nas Américas. Soava bonito, até necessário. Mas o objetivo real era outro: afastar os europeus para assumir o controle do território, da política e da economia do continente. Nascia ali a famosa frase: “A América para os americanos.” Só que nunca ficou claro quem eram esses “americanos”. Na prática, a doutrina estabeleceu que nenhum país d...
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