Pular para o conteúdo principal

Um tuíte do ex-presidente norte-americano Barack Obama (2009-2017) sobre a violência racista do sábado em Charlottesville (Virgínia) se transformou nesta quarta-feira na mensagem mais curtida da história dessa rede social. - EFE Washington 16 AGO 2017 - 19:32 BRT - EL PAÍS


Frase do Twitter de Obama sobre Mandela
Ex-presidente Barack Obama, que condenou o racismo nos EUA com uma icônica frase de Nelson Mandela.  AP

A postagem de Obama, que utilizou uma frase do Nobel da Paz Nelson Mandela acompanhada de sua foto com um grupo de crianças, alcançou os 2,71 milhões de likes e superou assim uma mensagem da cantora Ariana Grandedepois do atentado no seu show em Manchester (Reino Unido), em maio.
A frase de Mandela, dividida numa série de três tuítes, diz: “Ninguém nasce odiando outra pessoa devido à cor da sua pele, da sua origem ou sua religião. As pessoas precisam aprender a odiar, e se podem aprender a odiar, também pode-se ensiná-las a amar”.
O tuíte do ex-mandatário norte-americano também é um dos mais populares da história quanto a retuítes, embora nessa classificação esteja na quinta posição, com 1,12 milhão.
O tuíte mais reproduzido da história, com 3,65 milhões, foi o de um adolescente que pedia nuggets de frango gratuitos, seguido de uma selfie da apresentadora e comediante Ellen Degeneres durante os prêmios Oscar de 2014, com 3,44 milhões.
O terceiro, com 2,56 milhões, é um de Louis Tomlinson, ex-membro do One Direction, dirigido a seu companheiro de banda Harry Styles, e o quarto é o já mencionado com Ariana Grande, com 1,14 milhão.
No sábado, um neonazista matou uma mulher em Charlottesville ao atropelar com seu veículo manifestantes que protestavam contra a presença de supremacistas brancos na cidade.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Doutrina Monroe - Por: Marcos Benedito - 03/01/2026

Onde a Doutrina Monroe foi usada como instrumento de dominação A chamada Doutrina Monroe não surgiu por acaso, nem por boa vontade. Ela foi criada em 1823, quando os Estados Unidos ainda estavam se afirmando como nação, mas já pensavam como império em formação. O contexto era claro: países da América Latina estavam se libertando das coroas europeias, especialmente da Espanha e de Portugal, e as grandes potências do Velho Mundo observavam com interesse a possibilidade de retomar influência sobre essas regiões. Foi nesse cenário que os EUA se apresentaram como “protetores” do continente. O discurso oficial dizia que a Europa não deveria mais interferir nas Américas. Soava bonito, até necessário. Mas o objetivo real era outro: afastar os europeus para assumir o controle do território, da política e da economia do continente. Nascia ali a famosa frase: “A América para os americanos.” Só que nunca ficou claro quem eram esses “americanos”. Na prática, a doutrina estabeleceu que nenhum país d...

OBSERVATÓRIO - Imigrantes africanos protestam por direitos humanos em Israel - Do G1, com agências inernacionais

Os imigrantes pedem que o governo conceda a eles o status de refugiado. Enquanto isso, são abrigados em centro penitenciários.                           Munidos de velas e cartazes, imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários. (Foto: Oren Ziv/France Presse)   Imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários e para terem respeitados os direitos humanos. Em um protesto pacíficio, milhares seguram velas e ostentaram cartazes pedidno liberdade. Cerca de 60 mil imigrantes africanos vivem em Israel sem o status de refugiado. Eles são abrigados em centros de detenção, devido a uma lei que passou no parlamento...

Madame Satã, o transformista visto como herói da contracultura e vilão pelo governo Bolsonaro - Daniel Salomão Roque De São Paulo para a BBC News Brasil 26 junho 2021

  bibliOTECA NACIONAL Legenda da foto, Manchete sobre a participação de João Francisco numa fuga penitenciária em 1955. O transformista nutria grande admiração por Carmen Miranda e procurava imitá-la sempre que possível Ao abaixar a cabeça, João Francisco dos Santos, então com 28 anos, viu duas poças se avolumarem no chão de seu quarto — de um lado, as gotas de sangue pingando através de um rasgo em sua sobrancelha direita; do outro, as lágrimas que lhe escorriam pelos cantos dos olhos. Não demorou muito para que ambos os fluidos se misturassem numa poça maior. "A minha pessoa estava feliz demais naquela noite. Eu devia ter desconfiado", recordaria quatro décadas depois, em depoimento ao escritor Sylvan Paezzo (1938-2000). "Já tinha apanhado tanto da danada da vida, que pensei ter chegado a minha boa hora. Aquela demagogia de que não há mal que sempre dure e que depois da tempestade vem a bonança." Corria o ano de 1928, e João Francisco acreditava ter realizado o so...