OBSERVANDO A PAUTA - A administração de Donald Trump está disposta a levar a cabo uma ação militar preventiva contra Pyongyang - POR: SPUTNIK BRASIL
O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, admitiu durante a sua primeira visita a Tóquio que é necessária uma "nova abordagem" quanto à situação na Coreia do Norte "diante de uma ameaça cada vez maior", escreve o jornalista James Holbrooks.
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Holbrooks cita a agência de notícias sul-coreana Yonhap, segundo a qual "a Coreia do Norte acusou a Coreia do Sul e os EUA de escalarem a ameaça de ataque nuclear".
"E, dependendo da narrativa, a Coreia do Norte pode ter razão", aponta o autor.
Anteriormente a Anti-Media informou que militares da maioria das unidades de elite norte-americanas, incluindo a Delta Force, os Navy SEALs e os Army Rangers, foram deslocados pela primeira vez para a Coreia do Sul para participar de manobras. Além disso, seu objetivo principal é "simular a destituição do líder norte-coreano, Kim Jong-um".
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CoreiaHolbrooks compara a situação atual da Coreia do Norte com a operação de remoção do líder terrorista Osama bin Laden, sublinhando que os resultados da "incursão" só se tornaram conhecidos depois de esta ter terminado.
Do ponto de vista do autor, a mídia manipula a opinião pública, fazendo-o acreditar que a Coreia do Norte é um "vilão", e cita, a este respeito, o exemplo de um recente relatório da CNN.
"A inteligência americana e o Departamento de Defesa estão antecipando que a Coreia do Norte lançará em breve uma nova série de testes de seu programa nuclear e de mísseis, de acordo com funcionários dos EUA".
O general Joseph Dunford, comandante do Estado-Maior Conjunto, declarou, depois de falar com o seu homólogo sul-coreano, o general Sun e Jin Lee, "ter havido mudanças na ameaça nuclear e de mísseis da Coreia do Norte", além de "reconhecer a possibilidade de que a Coreia do Norte poderia realizar ações proativas".
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"A Coreia do Norte está se comportando muito mal. Têm estado "a brincar" com os EUA durante anos. O China tem feito pouco para ajudar!".
Desta forma, Tillerson irá pressionar a China para que contenha a Coreia do Norte, ou, caso contrário, Washington "assumirá as suas responsabilidades".
"Esta suposta pressão deverá ser exercida este fim-de-semana, enquanto o secretário de Estado está realizando sua primeira viagem a Pequim", conclui Holbrooks.

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