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OBSERVANDO A PAUTA - As 15 melhores fotos da National Geographic - INCRÍVEL.CLUB

Macaquinho apronta sobre a cabeça de menina que se banha no rio Yominato, no Parque Nacional de Manú, Peru

Mergulhador e tubarão-tigre nas Bahamas. Quando está caçando, este predador reage a movimentos bruscos, então seria pouco provável que ele atacasse o homem, que, na foto, o encara diretamente

Orangotango escala 30 metros para pegar fruto de figueira

Embarcação norueguesa de pesquisa navegando no gelo

Raio iluminando o céu sobre os grous. Rio Platte, Nebraska, EUA

Ye Ye, panda gigante de 16 anos. Reserva Natural Nacional de Wolong, China

Peixes nos arrecifes de coral na costa de Cuba

Tartarugas tentando se proteger de um sol causticante. Do contrário elas simplesmente cozinhariam dentro das próprias carapaças

Exame de vista em moradores da região de Sundarbans, Índia

Filhote de pangolim preso ao corpo da mãe. Flórida, Estados Unidos

Para criar esta foto "Dia/noite", o fotógrafo precisou fazer 1.036 imagens ao longo de mais de 26 horas, num ponto estratégico da montanha no Parque Nacional de Yosemite, nos Estados Unidos

Templo de Atena Pronaia, Delfos, Grécia

Tubarões esperando a alta da maré na lagoa de Aldabra, Ilhas Seicheles

Esta mãe ursa parou o trânsito com seus filhotes. Alaska, Estados Unidos

Termófilos pintam a Grande Fonte Prismática no Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos. Esses micro-organismos têm o poder de se adaptar perfeitamente à água em ebulição

Mais fotos em National Geographic
Foto de abertura Nick Cobbing 

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OBSERVATÓRIO - Imigrantes africanos protestam por direitos humanos em Israel - Do G1, com agências inernacionais

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Madame Satã, o transformista visto como herói da contracultura e vilão pelo governo Bolsonaro - Daniel Salomão Roque De São Paulo para a BBC News Brasil 26 junho 2021

  bibliOTECA NACIONAL Legenda da foto, Manchete sobre a participação de João Francisco numa fuga penitenciária em 1955. O transformista nutria grande admiração por Carmen Miranda e procurava imitá-la sempre que possível Ao abaixar a cabeça, João Francisco dos Santos, então com 28 anos, viu duas poças se avolumarem no chão de seu quarto — de um lado, as gotas de sangue pingando através de um rasgo em sua sobrancelha direita; do outro, as lágrimas que lhe escorriam pelos cantos dos olhos. Não demorou muito para que ambos os fluidos se misturassem numa poça maior. "A minha pessoa estava feliz demais naquela noite. Eu devia ter desconfiado", recordaria quatro décadas depois, em depoimento ao escritor Sylvan Paezzo (1938-2000). "Já tinha apanhado tanto da danada da vida, que pensei ter chegado a minha boa hora. Aquela demagogia de que não há mal que sempre dure e que depois da tempestade vem a bonança." Corria o ano de 1928, e João Francisco acreditava ter realizado o so...