Pular para o conteúdo principal

OBSERVATÓRIO - As Conferências Mundial Contra o Racismo - Luiz Otavio de Brito

As Conferências Mundial Contra o Racismo

A preocupação que ficou em relação as duas Conferências Mundial Contra o Racismo, realizada pela Organização das Nações Unidas foi que  reclamavam a existência do racismo mas não sabiam dizer quem praticava.
Com a informação, antes da realização da III Conferência Mundial Contra o Racismo Discriminação Racial Xenofobia e Intolerância Correlatas, que teve como secretária maior a irlandesa digníssima Marin Robson, preparam um esquema, realizado no encontro denominado Consulta de Bellagio (janeiro de 2000),  propósito que reuniu especialistas de diferentes partes do mundo para elaboração de recomendações.
Para participar na III Conferência Mundial Contra o Racismo, saiu do Brasil um avião lotado de conferencistas privilegiados, quando chegaram, encontraram o esquema como barreira, ficaram do lado de fora, teve segmento que a participação mesmo antecipada, não foi aceita.
Tentaram ensaiar manifestação, não teve jeito, recuaram e com políticos de nome no meio.
Conclusão à III Conferência Mundial Contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerâncias Correlatas, é preciso que os privilegiados desinformados entendam que não foi apenas um importante evento global, abriu no mundo o processo crítico, com objetivo de pós a formação de consenso  para a articulação e implementação de novos e efetivos modos de eliminação do racismo, mas nunca dependendo dos privilegiados, a ONU comanda este barco tem profundo conhecimento da existência do racismo institucional.
Os Negros do Brasil na pratica estão sendo tratados como fossem coisas, isto é, irracionais, insensíveis, mudos, inertes e passivos, impedido de colaborar para provocar impacto significativo e duradouro em nível regional e nacional real.
Enfim, para quem aplica a "lição de casa", ao firmar a identidade da Convivência Comunitária, obtém usufruto do potencial e afetar suas vidas de maneira profunda, não precisa ficar se preocupando para manter cargo, até porque, o Estado Brasileiro cumpriu a "lição de casa", acompanha evolução, atende os interesses das comunidades mais afetadas.
A militância partidária doutrinada ao ficar esperando cair do céu e nada trabalhar para seu semelhante, mostra estar entrando no desespero, mesmo assim, a lei que tanto ficaram gritando na rede, atualmente se posicionam como não vale nada, pelo contrário estão servindo esforços para impedir.
O espaço público é o seguinte, se não ocupar, vem outro e ocupa, nosso adversário não é Aécio e nem Lula, muito menos uma Loira e sim é o racimos institucional o que de fato esta nos impedido, privilegiados usando o espaço público com preocupação descarada que nada tem haver com o Estatuto da Igualdade Racial, com o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial e com o Enfrentamento ao Racismo Institucional, ou seja, descaradamente inventam mobilizações sem caminho e sem destino que somente serve o interesse pessoal e do grupo que participa.
O Estado Brasileiro caminha pra frente, vamos acordar para servir o bem comum.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Doutrina Monroe - Por: Marcos Benedito - 03/01/2026

Onde a Doutrina Monroe foi usada como instrumento de dominação A chamada Doutrina Monroe não surgiu por acaso, nem por boa vontade. Ela foi criada em 1823, quando os Estados Unidos ainda estavam se afirmando como nação, mas já pensavam como império em formação. O contexto era claro: países da América Latina estavam se libertando das coroas europeias, especialmente da Espanha e de Portugal, e as grandes potências do Velho Mundo observavam com interesse a possibilidade de retomar influência sobre essas regiões. Foi nesse cenário que os EUA se apresentaram como “protetores” do continente. O discurso oficial dizia que a Europa não deveria mais interferir nas Américas. Soava bonito, até necessário. Mas o objetivo real era outro: afastar os europeus para assumir o controle do território, da política e da economia do continente. Nascia ali a famosa frase: “A América para os americanos.” Só que nunca ficou claro quem eram esses “americanos”. Na prática, a doutrina estabeleceu que nenhum país d...

OBSERVATÓRIO - Imigrantes africanos protestam por direitos humanos em Israel - Do G1, com agências inernacionais

Os imigrantes pedem que o governo conceda a eles o status de refugiado. Enquanto isso, são abrigados em centro penitenciários.                           Munidos de velas e cartazes, imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários. (Foto: Oren Ziv/France Presse)   Imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários e para terem respeitados os direitos humanos. Em um protesto pacíficio, milhares seguram velas e ostentaram cartazes pedidno liberdade. Cerca de 60 mil imigrantes africanos vivem em Israel sem o status de refugiado. Eles são abrigados em centros de detenção, devido a uma lei que passou no parlamento...

Madame Satã, o transformista visto como herói da contracultura e vilão pelo governo Bolsonaro - Daniel Salomão Roque De São Paulo para a BBC News Brasil 26 junho 2021

  bibliOTECA NACIONAL Legenda da foto, Manchete sobre a participação de João Francisco numa fuga penitenciária em 1955. O transformista nutria grande admiração por Carmen Miranda e procurava imitá-la sempre que possível Ao abaixar a cabeça, João Francisco dos Santos, então com 28 anos, viu duas poças se avolumarem no chão de seu quarto — de um lado, as gotas de sangue pingando através de um rasgo em sua sobrancelha direita; do outro, as lágrimas que lhe escorriam pelos cantos dos olhos. Não demorou muito para que ambos os fluidos se misturassem numa poça maior. "A minha pessoa estava feliz demais naquela noite. Eu devia ter desconfiado", recordaria quatro décadas depois, em depoimento ao escritor Sylvan Paezzo (1938-2000). "Já tinha apanhado tanto da danada da vida, que pensei ter chegado a minha boa hora. Aquela demagogia de que não há mal que sempre dure e que depois da tempestade vem a bonança." Corria o ano de 1928, e João Francisco acreditava ter realizado o so...