As Conferências Mundial Contra o Racismo
A preocupação que ficou em relação as duas Conferências Mundial Contra o Racismo, realizada pela Organização das Nações Unidas foi que reclamavam a existência do racismo mas não sabiam dizer quem praticava.
Com a informação, antes da realização da III Conferência Mundial Contra o Racismo Discriminação Racial Xenofobia e Intolerância Correlatas, que teve como secretária maior a irlandesa digníssima Marin Robson, preparam um esquema, realizado no encontro denominado Consulta de Bellagio (janeiro de 2000), propósito que reuniu especialistas de diferentes partes do mundo para elaboração de recomendações.
Para participar na III Conferência Mundial Contra o Racismo, saiu do Brasil um avião lotado de conferencistas privilegiados, quando chegaram, encontraram o esquema como barreira, ficaram do lado de fora, teve segmento que a participação mesmo antecipada, não foi aceita.
Tentaram ensaiar manifestação, não teve jeito, recuaram e com políticos de nome no meio.
Conclusão à III Conferência Mundial Contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerâncias Correlatas, é preciso que os privilegiados desinformados entendam que não foi apenas um importante evento global, abriu no mundo o processo crítico, com objetivo de pós a formação de consenso para a articulação e implementação de novos e efetivos modos de eliminação do racismo, mas nunca dependendo dos privilegiados, a ONU comanda este barco tem profundo conhecimento da existência do racismo institucional.
Os Negros do Brasil na pratica estão sendo tratados como fossem coisas, isto é, irracionais, insensíveis, mudos, inertes e passivos, impedido de colaborar para provocar impacto significativo e duradouro em nível regional e nacional real.
Enfim, para quem aplica a "lição de casa", ao firmar a identidade da Convivência Comunitária, obtém usufruto do potencial e afetar suas vidas de maneira profunda, não precisa ficar se preocupando para manter cargo, até porque, o Estado Brasileiro cumpriu a "lição de casa", acompanha evolução, atende os interesses das comunidades mais afetadas.
A militância partidária doutrinada ao ficar esperando cair do céu e nada trabalhar para seu semelhante, mostra estar entrando no desespero, mesmo assim, a lei que tanto ficaram gritando na rede, atualmente se posicionam como não vale nada, pelo contrário estão servindo esforços para impedir.
O espaço público é o seguinte, se não ocupar, vem outro e ocupa, nosso adversário não é Aécio e nem Lula, muito menos uma Loira e sim é o racimos institucional o que de fato esta nos impedido, privilegiados usando o espaço público com preocupação descarada que nada tem haver com o Estatuto da Igualdade Racial, com o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial e com o Enfrentamento ao Racismo Institucional, ou seja, descaradamente inventam mobilizações sem caminho e sem destino que somente serve o interesse pessoal e do grupo que participa.
O Estado Brasileiro caminha pra frente, vamos acordar para servir o bem comum.
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