Pular para o conteúdo principal

Hillary vê o que a imprensa não enxerga - Publicado em 18-Abr-2012 - Blog do Zé Dirceu

Para ela, Brasil criou padrão mundial para enfrentar irregularidades...
Hillary Clinton, secretária de Estado norte-americana, vê o que a nossa mídia e a nossa oposição não querem enxergar: o Brasil é um exemplo no mundo na luta contra a corrupção.

A chefe da diplomacia dos Estados Unidos, ao participar, em Brasília, da 1ª Conferência da Parceria em prol de Governo Aberto (OGP), elogiou o trabalho da presidenta Dilma Rousseff: "Nós agora temos oportunidade de estabelecer novos padrões mundiais para a boa governança, a prestação de contas, e nenhum melhor parceiro para essa iniciativa do que o Brasil".
Para Hillary, o combate à corrupção implementado pela mandatária brasileira cria um "padrão mundial" para o enfrentamento de irregularidades. A norte-americana acredita que o mundo se dividirá, no futuro, em governos abertos e fechados. Por isso mesmo, uniu-se ao Brasil numa parceria formal na defesa de governos abertos, cuja declaração já foi assinda por 55 países esta semana durante a conferência.
Hillary ressaltou que, num mundo em que os avanços tecnológicos são inevitáveis, fica cada vez mais difícil um Estado se manter fechado e alheio ao que acontece no restante do planeta. A Primavera Árabe foi citada por ela com um exemplo da força da internet, mesmo nos países mais fechados.
Já, a presidenta Dilma Rousseff, por sua vez, ressaltou a importância de mecanismos e instituições para evitar desvios e punir eventuais ocorrências no país. Entre eles, o Ministério Público independente; uma Polícia Federal bem equipada; um Judiciário engajado na celeridade de suas decisões e governos mais dedicados em todas as instâncias.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Doutrina Monroe - Por: Marcos Benedito - 03/01/2026

Onde a Doutrina Monroe foi usada como instrumento de dominação A chamada Doutrina Monroe não surgiu por acaso, nem por boa vontade. Ela foi criada em 1823, quando os Estados Unidos ainda estavam se afirmando como nação, mas já pensavam como império em formação. O contexto era claro: países da América Latina estavam se libertando das coroas europeias, especialmente da Espanha e de Portugal, e as grandes potências do Velho Mundo observavam com interesse a possibilidade de retomar influência sobre essas regiões. Foi nesse cenário que os EUA se apresentaram como “protetores” do continente. O discurso oficial dizia que a Europa não deveria mais interferir nas Américas. Soava bonito, até necessário. Mas o objetivo real era outro: afastar os europeus para assumir o controle do território, da política e da economia do continente. Nascia ali a famosa frase: “A América para os americanos.” Só que nunca ficou claro quem eram esses “americanos”. Na prática, a doutrina estabeleceu que nenhum país d...

ATITUDE BRASIL: Um olhar sobre o grupo depois de mais de 20 anos - Por: Marcos Benedito

Ao tomar a iniciativa de recuperar e registrar o material do Atitude Brasil na plataforma do YouTube, comecei também a observar novos detalhes que, na época em que tudo foi produzido, talvez não tivessem recebido a devida atenção. Mais de 20 anos depois, ao rever essas gravações, algumas características do grupo tornam-se muito mais evidentes. E uma das primeiras coisas que chama a atenção é justamente aquilo que talvez seja uma das marcas mais importantes do Atitude Brasil: a espontaneidade . A espontaneidade como marca Nas gravações é possível perceber uma alegria natural. Não parece haver uma tentativa artificial de produzir uma determinada reação ou de representar uma coreografia previamente ensaiada. A alegria simplesmente acontece. O grupo demonstra espontaneamente a satisfação de tocar, cantar e fazer música. Isso é particularmente significativo quando comparamos com algumas performances musicais em que a movimentação, os gestos e as expressões parecem excessivamente programados...

OBSERVATÓRIO - Imigrantes africanos protestam por direitos humanos em Israel - Do G1, com agências inernacionais

Os imigrantes pedem que o governo conceda a eles o status de refugiado. Enquanto isso, são abrigados em centro penitenciários.                           Munidos de velas e cartazes, imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários. (Foto: Oren Ziv/France Presse)   Imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários e para terem respeitados os direitos humanos. Em um protesto pacíficio, milhares seguram velas e ostentaram cartazes pedidno liberdade. Cerca de 60 mil imigrantes africanos vivem em Israel sem o status de refugiado. Eles são abrigados em centros de detenção, devido a uma lei que passou no parlamento...