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O OUTRO LADO DA HISTÓRIA DO HOSPITAL MODELO - Evandro Silva


Em respeito à verdade dos fatos, a Prefeitura de Araçatuba corrige informações do editorial publicado pela Folha da Região no dia 01/02/2012. Ao contrário do que diz o texto, que acaba induzindo o leitor a erro, a Administração Municipal cumpriu, e continua a cumprir, todas as suas obrigações em relação ao encaminhamento de solução para o Hospital Modelo. E faz mais. Como a Secretaria de Justiça do Estado não teve a capacidade de providenciar um laudo estrutural do prédio (e essa era uma responsabilidade do Governo do Estado), coube à Prefeitura tomar a iniciativa de estabelecer convênio para licitar esse instrumento, que determinará se o edifício comporta ou não o anexo do Fórum local.

Esse processo está em andamento, e será concluído por conta da vontade política do prefeito Cido Sério. Vale lembrar que o Hospital Modelo foi construído há quase 40 anos, não sendo, portanto, um problema criado por esta Administração, mas será sim solucionado por ela. Esta é a meta. Em quatro décadas, nenhum outro Governo movimentou-se como este para solucionar tantos problemas históricos do município, dentre eles o Hospital Modelo.

Prova dessa preocupação e interesse da atual Administração Municipal com o tema, é que um ano atrás, quando o Poupatempo foi inaugurado, o prefeito sugeriu pessoalmente, em público, ao governador que, caso não estivesse disposto a resolver a questão, devolvesse o prédio à prefeitura, para que a estrutura fosse colocada abaixo e a área onde a estrutura está instalada fosse devidamente aproveitada. A Folha da Região estava lá e registrou o pronunciamento do prefeito.

O que mais estranha no editorial é que todas as etapas desse processo foram cobertas e noticiadas pelo jornal, que não pode, assim, argumentar que não tem ou não obteve informações para falar do assunto. Sempre as teve. O jornal ainda cometeu o pecado de não entrar em contato com a Prefeitura para saber em que pé está o processo e porque está na fase que se encontra. Nenhum fato foi ocultado, como acusa a Folha. Foi o jornal que optou por interpretá-los favoravelmente a sua opinião.

Quem, afinal de contas, improvisou e jogou palavras ao vento? O Governo Municipal com as ações realizadas ou a Folha da Região com seu editorial? O editorialista poderia, ao menos, buscar dados precisos junto ao Poder Judiciário e depois confrontá-los com os da Prefeitura. Mas nem isso o fez... muito provavelmente por que essa nunca tenha sido a sua intenção.

Já de sua janela (aquela citada no editorial), o prefeito enxerga a solução para o Hospital Modelo, o recapeamento da avenida Brasília, a recuperação da avenida Pompeu de Toledo, de mais de 130 quilômetros de vias deterioradas, e a evolução de uma cidade que hoje é a 31ª em geração de emprego formal, a 32ª melhor em qualidade de vida e desenvolvimento, e uma das 100 mais sustentáveis do Brasil.

SE ANTES DE PUBLICAR UM EDITORIAL POUCO APEGADO A VERDADE A FOLHA DA REGIÃO TIVESSE BUSCADO INFORMAÇÕES, COMO FEZ NO DIA 02/02/2012, TERIA CONDIÇÕES DE PUBLICAR A MATÉRIA QUE PUBLICOU NO DIA DE HOJE 0(3/02/2012) SEM CRIAR NO IMAGINÁRIO POPULAR QUE A PREFEITURA ESCONDE INFORMAÇÕES OU FAZ ANÚNCIOS VAZIOS PARA CRIAR UMA FALSA ESPERANÇA NA POPULAÇÃO.

ESSE É UM EXEMPLO DE COMO NÃO FAZER UM JORNALISMO DIGNO DE SER CHAMADO CORRETO.
 

Comentários

  1. Senhores, o que está por traz da notícia do jornal Folha da Região que trata da ação por improbidade administrativa em face da Câmara de Vereadores de Sto. Antonio do Aracangua por ter realizado um concurso dirigido, e não mencionar o nome da firma de Araçatuba que foi contratada para realizar a prova, a "M&G Consultoria e Representações Empresariais Ltda", que também é ré no processo. Solicito tomarem conhecimento de divulgação feita em nosso blog, "diretoria-da-ordem.blogspot.com" com detalhes sobre o fato. Sds. Luiz Oscar Ribeiro, diretor da Organização de Defesa da Cidadania de Mirandópolis.

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