Na sessão desta segunda-feira (06/02) da Câmara Municipal, a vereadora Tieza prestou um grande serviço à comunidade araçatubense. Ela finalmente explicitou quem representa: os ricos, a elite, a aristocracia deste município. Ao dizer que o bairro Nova Iorque deveria ter sido recapeado em vez da avenida Brasília, a edil tornou clara suas intenções. Isso é bom, pois demonstra sinceridade (que levou três anos para aparecer, é verdade,mas antes tarde do que nunca!). Em vez de pensar no intenso fluxo veicular da principal avenida da cidade, no cartão de visitas de Araçatuba, na coletividade, ela optou por defender a recuperação das poucas e belas vias por onde passam somente os seus pares. A clareza de suas palavras é o retrato nu e cru de quem só quer para si, só pensa em sua barriga, só olha para o próprio umbigo, faz oposição sistemática a quem governa (quando o governo não é do seu partido), faz crítica pela crítica, ainda que Araçatuba saia perdendo.
Onde a Doutrina Monroe foi usada como instrumento de dominação A chamada Doutrina Monroe não surgiu por acaso, nem por boa vontade. Ela foi criada em 1823, quando os Estados Unidos ainda estavam se afirmando como nação, mas já pensavam como império em formação. O contexto era claro: países da América Latina estavam se libertando das coroas europeias, especialmente da Espanha e de Portugal, e as grandes potências do Velho Mundo observavam com interesse a possibilidade de retomar influência sobre essas regiões. Foi nesse cenário que os EUA se apresentaram como “protetores” do continente. O discurso oficial dizia que a Europa não deveria mais interferir nas Américas. Soava bonito, até necessário. Mas o objetivo real era outro: afastar os europeus para assumir o controle do território, da política e da economia do continente. Nascia ali a famosa frase: “A América para os americanos.” Só que nunca ficou claro quem eram esses “americanos”. Na prática, a doutrina estabeleceu que nenhum país d...
Comentários
Postar um comentário