500 pessoas lotaram os dois auditórios do Sindicato dos Bancários, nesta quarta-feira (21), para acompanhar o debate “A Privataria Tucana e o Silêncio da Mídia”, em São Paulo. O evento, promovido pelo Barão de Itararé em parceria com o Sindicato dos Bancários, contou com a presença de Amaury Ribeiro Junior, autor do livro “A Privataria Tucana”, Paulo Henrique Amorim, jornalista e Protógenes Queiroz, parlamentar responsável pela criação da CPI da Privataria. A mesa de debate foi coordenada por Renata Mielli, do Barão de Itararé e Maria Inês Nassif, jornalista.
O autor do livro mais comentado das últimas semanas contou como foi o processo de produção da obra e de investigação durante cerca de 11 anos. A CPI da Privataria, protocolizada no mesmo dia do debate, em Brasília, com 206 assinaturas, também foi discutida pelos participantes da mesa. Confira o debate na íntegra, em vídeo divulgado pelo Blog da Cidadania.
Onde a Doutrina Monroe foi usada como instrumento de dominação A chamada Doutrina Monroe não surgiu por acaso, nem por boa vontade. Ela foi criada em 1823, quando os Estados Unidos ainda estavam se afirmando como nação, mas já pensavam como império em formação. O contexto era claro: países da América Latina estavam se libertando das coroas europeias, especialmente da Espanha e de Portugal, e as grandes potências do Velho Mundo observavam com interesse a possibilidade de retomar influência sobre essas regiões. Foi nesse cenário que os EUA se apresentaram como “protetores” do continente. O discurso oficial dizia que a Europa não deveria mais interferir nas Américas. Soava bonito, até necessário. Mas o objetivo real era outro: afastar os europeus para assumir o controle do território, da política e da economia do continente. Nascia ali a famosa frase: “A América para os americanos.” Só que nunca ficou claro quem eram esses “americanos”. Na prática, a doutrina estabeleceu que nenhum país d...
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