Pular para o conteúdo principal

Frente parlamentar pela liberdade de expressão será lançada em 19 de abril

Deputados e organizações da sociedade civil se reuniram nesta quarta-feira (16) pela segunda vez este ano para pensar as estratégias de efetivação da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o
Direito à Comunicação com Participação Popular. O desafio mais imediato é conseguir as 171 assinaturas dos parlamentares da Câmara
exigidas para criar a Frente. Até agora, já foram contabilizadas 94.

Boa parte da reunião foi tomada para discutir questões referentes ao ato de lançamento da Frente, que ocorrerá em 19 de abril deste ano, na
Câmara, às 14h. Os presentes esperam que o ato seja plural politicamente e conte com as mais diversas organizações da sociedade.
“É a atividade de maior importância depois da Conferência Nacional de Comunicação”, avalia Altamiro Borges, presidente do Centro de Estudos
da Mídia Alternativa Barão de Itararé.

Em breve será divulgado o manifesto da Frente, que também foi aprovado na reunião desta quarta-feira. Entre seus objetivos está a promoção, o
acompanhamento e a defesa de iniciativas que ampliem o exercício do direito humano à liberdade de expressão e do direito à comunicação.
Uma das principais preocupações dos deputados é fazer valer o interesse público na proposta de revisão do marco regulatório que deve
ser enviado ainda este ano pelo Governo Federal ao Congresso.

Além de várias organizações da sociedade civil, participaram desta segunda reunião os deputados Emiliano José (PT/BA) e Paulo Rubem Santiago (PDT/PE).

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Doutrina Monroe - Por: Marcos Benedito - 03/01/2026

Onde a Doutrina Monroe foi usada como instrumento de dominação A chamada Doutrina Monroe não surgiu por acaso, nem por boa vontade. Ela foi criada em 1823, quando os Estados Unidos ainda estavam se afirmando como nação, mas já pensavam como império em formação. O contexto era claro: países da América Latina estavam se libertando das coroas europeias, especialmente da Espanha e de Portugal, e as grandes potências do Velho Mundo observavam com interesse a possibilidade de retomar influência sobre essas regiões. Foi nesse cenário que os EUA se apresentaram como “protetores” do continente. O discurso oficial dizia que a Europa não deveria mais interferir nas Américas. Soava bonito, até necessário. Mas o objetivo real era outro: afastar os europeus para assumir o controle do território, da política e da economia do continente. Nascia ali a famosa frase: “A América para os americanos.” Só que nunca ficou claro quem eram esses “americanos”. Na prática, a doutrina estabeleceu que nenhum país d...

ATITUDE BRASIL: Um olhar sobre o grupo depois de mais de 20 anos - Por: Marcos Benedito

Ao tomar a iniciativa de recuperar e registrar o material do Atitude Brasil na plataforma do YouTube, comecei também a observar novos detalhes que, na época em que tudo foi produzido, talvez não tivessem recebido a devida atenção. Mais de 20 anos depois, ao rever essas gravações, algumas características do grupo tornam-se muito mais evidentes. E uma das primeiras coisas que chama a atenção é justamente aquilo que talvez seja uma das marcas mais importantes do Atitude Brasil: a espontaneidade . A espontaneidade como marca Nas gravações é possível perceber uma alegria natural. Não parece haver uma tentativa artificial de produzir uma determinada reação ou de representar uma coreografia previamente ensaiada. A alegria simplesmente acontece. O grupo demonstra espontaneamente a satisfação de tocar, cantar e fazer música. Isso é particularmente significativo quando comparamos com algumas performances musicais em que a movimentação, os gestos e as expressões parecem excessivamente programados...

OBSERVATÓRIO - Imigrantes africanos protestam por direitos humanos em Israel - Do G1, com agências inernacionais

Os imigrantes pedem que o governo conceda a eles o status de refugiado. Enquanto isso, são abrigados em centro penitenciários.                           Munidos de velas e cartazes, imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários. (Foto: Oren Ziv/France Presse)   Imigrantes africanos em Israel foram às ruas da capital Tel Aviv, neste sábado (28), para protestar contra ações do governo que os têm confinado em centros penitenciários e para terem respeitados os direitos humanos. Em um protesto pacíficio, milhares seguram velas e ostentaram cartazes pedidno liberdade. Cerca de 60 mil imigrantes africanos vivem em Israel sem o status de refugiado. Eles são abrigados em centros de detenção, devido a uma lei que passou no parlamento...