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CANAL DE VOZ EM PARCERIA COM S.O.S JARDIM REAL DENÚNCIA O ABANDONO DO JARDIM REAL

 

A Crise no Governo e no Parlamento de Israel junho 16, 2022 - Por Diretor do Cafetorah - Fonte: YnetNews

  Nos últimos meses cresceu a insatisfação entre os parlamentares que compõem o governo, alguns deles pararam de tomar parte nas votações de leis e levam o mesmo a perder votações importantes no plenário. O fato é que esta coalizão governamental se tornou a mais artificial da curta história do Estado de Israel. A tentativa de alinhar os partidos de esquerda com extrema direita, judeus com árabes, tem se mostrado na maioria dos casos, um fracasso total. Depois que a oposição decidiu boicotar os comitês do Knesset desde o dia em que o governo foi formado e, de fato, tornou o Knesset quase supérfluo, agora, sob os auspícios da perda majoritária da coalizão, o plenário também se tornou um problema em si. A coalizão está discutindo como sincronizar o trabalho do governo com o plenário do Knesset. Enquanto o trabalho do governo está sendo feito bem e sem problemas, no plenário do Knesset não há maioria, os projetos caem regularmente, e às vezes até termina antes do planejado devido ao de...

COMBATE AO RACISMO - POR: MARCOS BENEDITO

 

O METAVERSO E A DESIGUALDADE SOCIAL - POR: MARCOS BENEDITO

 

NO PAÍS DE SONJA E ANITTA, OS "TONTOS", SOMOS NÓS! POR: MARCOS BENEDITO

 

PASTORES QUE ENVERGONHAM A IGREJA - POR: MARCOS BENEDITO

 

Após investigação da BBC, chinês é preso acusado de espalhar vídeos racistas com crianças africanas - Peter Jegwa Lilongwe, Maláui 21 junho 2022

Legenda da foto, Cinegrafista Lu Ke afirma ter produzido os vídeos para disseminar a cultura da China A polícia prendeu um cinegrafista chinês sob acusação de racismo e exploração de crianças do Maláui, no sudeste da África. Lu Ke morava no país quando o programa Africa Eye da BBC revelou que ele usava crianças locais para vídeos de felicitações personalizados, muitos com conteúdo racista em um idioma que elas não entendem. Esses vídeos eram vendidos por até R$ 350 em plataformas de rede social da China. O acusado nega que tenha produzido vídeos com conteúdo degradante, e afirma que os produzia a fim de espalhar a cultura chinesa na comunidade local. Mas em um deles, por exemplo, um grupo de crianças é orientado pelo cinegrafista a repetir em mandarim insultos racistas como "Sou um monstro negro! Tenho um QI baixo". Enquanto era filmado com uma câmera escondida por um jornalista (não identificado como tal), Lu Ke admitiu a produção dos vídeos, mas imediatamente depois ele neg...