Pular para o conteúdo principal

Postagens

Estas fotos mostram que a violência na política é uma longa tradição na história do Brasil - publicado 10 de Maio de 2018, 5:36 p.m. Mauro Albano-Editor-assistente, BuzzFeed News, Brasil

A exposição "Conflitos: fotografia e violência política no Brasil 1889-1964" retrata execuções, bombardeios, revoltas populares e golpes — o jeito brasileiro de fazer Campanella Neto/CPDOC JB Rendição de amotinados durante a Revolta de Aragarças, em Goiás, em dezembro de 1959. A exposição  Conflitos: fotografia e violência política no Brasil 1889-1964 , em exibição no Instituto Moreira Salles em São Paulo, reúne 338 imagens de 30 coleções e do acervo do próprio IMS para mostrar o lado mais brutal do jeito brasileiro de fazer política. Da proclamação da República (1889) ao golpe que depôs o presidente João Goulart (1964), as fotos escolhidas pela curadora Heloisa Espada retratam rebeldes armados, ataques a redações de jornais e seus equipamentos — como nas manifestações após o suicídio de Getúlio Vargas (1954) — e muita gente presa, ferida ou morta. A exposição traz imagens já consagradas, como as de Flávio de Barros sobre a Guerra de Canudos (1896-1...

O relatório da CPI das Milícias, liderado por Marcelo Freixo, com ajuda de Marielle - By Grasielle Castro - POR: HUFFPOST

Em novembro de 2011, Freixo deixou o País para uma temporada fora após denúncias de que várias milícias estavam planejando o assassinato dele. MAURO PIMENTEL VIA GETTY IMAGES Marcelo Freixo (PSol) presidiu a CPI das Milícias em 2008. " Evidentemente que nós temos uma grande dificuldade de colher prova, principalmente a prova testemunhal, no curso de certas investigações. Por quê?  Porque aquele que se dispõe a testemunhar contra esse poder, vamos chamar de poder paralelo, morre." O resumo simplista feito pelo delegado Marcus Neves, da 35ª DP, à CPI das Milícias, em 2008, já anunciava o que acontece com quem mexe com as milícias. E uma das frentes de trabalho da vereadora  Marielle Franco   (PSol),  assassinada em 14 de março , era justamente a de denunciar as milícias. A investigações apostam que ela e o motorista Anderson Gomes foram vítimas de uma das milícias que controlam o Rio de Janeiro. Ao menos  um vereador, um PM e um ...