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O fake governo de Bennett e Lapid - junho 3, 2021 - Por Diretor do Cafetorah

  Ontem Yair Lapid mentiu para o Presidente de Israel, Reuven Revlin, dizendo que já tem um governo que deverá tomar posse dentro de 10 dias, dando a ele uma fake lista de membros do governo, na tentativa de que nestes 10 dias, ele realmente consiga solidificar o mesmo. O IsraelHayom publicou parte de uma conversa no WhatsApp entre os “líderes do futuro governo”, e o que se revela é quem nem mesmo eles acreditam em Lapid. conversa incluía comentários sobre a possibilidade de formação do governo, mas do risco, visto que nem mesmo todos os membros do partido de Naftali Bennett querem indicá-lo como próximo primeiro ministro. Yair Lapid está arriscando tudo para tentar formar o governo, mas o principal, será vergonha de tentar e não conseguir, visto que esta é a principal acusação dele contra Benjamin Netanyahu. Hoje pela manhã, um dos membros do partido de Naftali Bennett já retirou seu apoio na tentativa de substituir o atual presidente do parlamento, Yariv Levin, sendo assim, Lapid...

'Bolsonaro vê um Israel bíblico', diz signatária de carta de judeus que pede saída do presidente © AP Photo / Menahem Kahana - BRASIL - 02.06.2021

  'Bolsonaro vê um Israel bíblico', diz signatária de carta de judeus que pede saída do presidente © AP Photo / Menahem Kahana Carta aberta assinada por mais de 230 intelectuais judeus afirma que chegou a hora de tomar posição contra o "genocídio" que ocorre no Brasil. A Sputnik Brasil conversou com uma das signatárias. Mais de 230 intelectuais judeus brasileiros assinaram na semana passada uma  carta aberta  em que afirmam que chegou a hora de "chamar as coisas pelo nome", declarando que o governo de Jair Bolsonaro "tem fortes inclinações nazistas e fascistas". "É preciso chamar as coisas pelo nome. É chegada a hora de nós, intelectuais, livres-pensadores, judeus e judias progressistas, descendentes das maiores vítimas do regime nazista, posicionarmos, como atores sociais diante do debate público sobre o atual momento nacional. É perceptível que o governo encabeçado por Jair Bolsonaro tem fortes inclinações nazistas e fascistas [...]. O Fora ...

Tulsa: Massacre que destruiu a 'Wall Street negra' completa 100 anos ainda pouco conhecido - 30 maio 2021 - POR: BBC BRASIL

  DIVULGAÇÃO/GREENWOOD CULTURAL CENTER Teatro completamente destruído durante o ataque à "Wall Street negra" Um dos piores capítulos na longa história de violência racial nos Estados Unidos, e que até pouco tempo atrás muitos americanos nunca tinham ouvido falar, completa agora 100 anos. Em 31 de maio de 1921, na cidade de Tulsa, no Estado de Oklahoma, uma multidão de pessoas brancas invadiu e destruiu o distrito de Greenwood, que na época era uma das comunidades negras mais prósperas do país, apelidada de "Wall Street Negra". A violência se estendeu por 18 horas, durante as quais mais de mil casas e estabelecimentos comerciais foram saqueados e incendiados. Alguns historiadores calculam que até 300 pessoas tenham sido mortas. Na semana passada, uma mulher de 107 anos, a sobrevivente mais antiga do massacre, foi ao Congresso dos Estados Unidos "para buscar justiça". "Estou aqui para pedir ao meu país que reconheça o que aconteceu em Tulsa em 1921....

BATMAN REFLETINDO EM TORNO DAS UDANÇAS IMPOSTAS PELO CAPITAL ESTRANGEIRO - FONTE: FACEBOOK

 

Como viviam as pessoas escravizadas pela Igreja no Brasil - Edison Veiga De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil 14 maio 2021 (Eslovênia) para a BBC News Brasil - 14 maio 2021

  Mosteiros e conventos tinham pessoas escravizadas que eram obrigados a professar a fé católica, participando de missas, momentos de orações e recebendo os sacramentos As grandes instituições religiosas do Brasil colonial e imperial tiveram negros escravizados — e muitos. Pesquisas recentes apontam para um número de escravos muito acima da média do que havia nas grandes propriedades rurais, práticas de incentivo à procriação para aumentar a quantidade de mão de obra e até mesmo uma tabela de preços para quem quisesse comprar a alforria — com critérios específicos para precificar cada ser humano. Os escravizados mantidos por mosteiros e conventos também eram obrigados a professar a fé católica, participando de missas, momentos de orações e recebendo os sacramentos. Os que se rebelavam quanto à conversão costumavam ser punidos com castigos "de forma exemplar" ou seja, com intensidade suficiente para convencer os demais a não repetir gestos de desobediência. De quebra, a luta p...