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Criador do retuíte compara a ferramenta a “entregar uma arma carregada a uma criança” - ISABEL RUBIO 30 JUL 2019 - POR: EL PAÍS

Chris Wetherell se arrepende do botão que permite compartilhar mensagens sem pensar duas vezes Usuários de celulares em frente ao logotipo do Twitter.   DADO RUVIC   REUTERS Há 10 anos, o desenvolvedor Chris Wetherell dirigiu a equipe que criou o botão do retuíte. Entusiasmava-o imaginar que esta ferramenta daria voz às comunidades com pouca representação. Quando o  Twitter  a lançou, viu que “tinha um multiplicador de força que outras funções não têm”, conforme contou numa  entrevista ao portal norte-americano BuzzFeed . Mas o botão também mudou o Twitter de uma maneira que nem ele nem seus colegas anteviram. Os usuários  compartilhavam suas mensagens sem pensar duas vezes , e as notícias falsas e ataques se propagavam rapidamente. Hoje, Wetherell – que antes tinha trabalhado no Google e agora tenta fundar sua própria startup – se arrepende de ter participado da criação desse botão e o compara a “entregar uma arma carregada a uma criança d...

Que fazer diante do ‘phubbing’, quando sua companhia olha mais para o celular do que para você - JAVIER CORTÉS - OLIVIA LÓPEZ BUENO - POR: EL PAÍS - 26 JUL 2019

Uma de cada três pessoas que diz ter sofrido por esse problema menciona depressão como consequência Já teve a sensação de conversar com alguém que presta mais atenção   ao celular   do que ao que você está dizendo? Nesse caso, você é mais uma vítima do   phubbing . É normal não ter ouvido falar disso antes. O estranho é não ter passado por isso. O termo vem da combinação das palavras inglesas   telephone (telefone) e   snubbing   (ignorar). Um estudo publicado no   Journal of Applied Social Psychology   revelou que o   phubbing   ameaça quatro necessidades do ser humano : o sentimento de pertencimento, a autoestima, a existência significativa e o autocontrole das pessoas excluídas. Os pesquisadores apontaram que essa prática pode ser particularmente prejudicial, já que acontece com relativa frequência. “Com o nosso par costumamos ter muita confiança; isso nos faz cometer ma...

ANÚNCIOS DA ÉPOCA DA ESCRAVIDÃO MOSTRAM POR QUE O BRASIL PRECISA ACERTAR AS CONTAS COM O PASSADO - Alexandre Andrada - 16 de Julho de 2019 - THE INTERCEPT BRASIL

ANÚNCIOS DA ÉPOCA DA ESCRAVIDÃO MOSTRAM POR QUE O BRASIL PRECISA ACERTAR AS CONTAS COM O PASSADO Alexandre Andrada 16 de Julho de 2019, 0h03 Foto: Domínio público AS ELITES BRASILEIRAS  parecem ter um hábito secular de pôr uma pedra sobre o nosso passado. Apesar de sermos o país com a maior população negra fora da África, quase não há museus sobre o tema e mal estudamos o assunto nas escolas. O desconhecimento do brasileiro médio em relação aos horrores e às consequências da escravidão é enorme. O esquecimento não é um acaso, é um projeto. O Brasil é o país mais importante na história da diáspora africana. Foram mais de 4 milhões de escravizados que desembarcaram em nossos portos, principalmente nos do Rio de Janeiro, Salvador e Recife, entre 1530 e 1850. Na primeira metade do século 19, mais de 2 milhões de africanos aportaram no Brasil. Era uma multidão de gente. No censo de 1872, o primeiro de nossa história, o país tinha 10 milhões d...

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Estupro, lavagem cerebral e agressão: os abusos de crianças revelados na investigação da seita Jesus Army - Jon Ironmonger - BBC News - 22 julho 2019

Compartilhe este post com Facebook Direito de imagem JOHN ANGERSON Image caption Noel Stanton, fundador da seita, pregava sobre os pecados da carne Centenas de ex-membros da  Jesus Army  (Exército de Jesus, em tradução livre) estão pedindo indenização por alegarem terem sido vítimas de abusos dentro da seita religiosa. Ex-integrantes relataram à BBC que crianças foram alvo de abuso sexual, físico e emocional em "grande escala". A maioria das denúncias são referentes a incidentes ocorridos nas décadas de 1980 e 1990. Essa seita batista deve ser fechada, mas está no centro de uma investigação policial. A Jesus Army pediu desculpas a qualquer um "que sofreu danos no passado" e pediu às vítimas que contatassem o que sofreram às autoridades. Dez pessoas da Jesus Fellowship Church (Igreja da Irmandade de Jesus, em tradução livre) - que mais tarde viria a ser conhecida como Jesus Army - foram condenadas por vários crimes de natureza sexual. 'Espancado co...