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OBSERVATÓRIO - ACOMPANHE O DEBATE DAS MÍDIAS DEMOCRÁTICAS

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OBSERVATÓRIO - Seminário da CUT Bahia debate a democratização da Comunicação - Escrito por: Thais Tosta, CUT Bahia - 27/08/2015

UT Bahia Seminário da CUT Bahia debate a democratização da Comunicação A Democratização da Comunicação foi o tema central do II Seminário de Comunicação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Bahia, realizado na manhã desta quarta-feira (26) no Centro de Convenções Busca Vida I, no Hotek Sol Bahia, em Salvador.  O Seminário, que reuniu lideranças sindicais presentes no 14º CECUT do estado, teve como objetivo debater, promover ideias e estratégias para democratizar a comunicação no Brasil. O debate foi aberto pelo Coordenador de Políticas Públicas da Secretaria de Comunicação do Governo do Estado da Bahia, Jaime Dourado, que representou o secretário de Comunicação e presidente do Conselho de Comunicação Social da Bahia, André Curvelo. “O Conselho de Comunicação Social foi o primeiro a ser criado no Brasil. Ele tem caráter consultivo e deliberativo e tem como objetivo planejar e elaborar políticas públicas voltadas para a comunicação no estado” de...

OBSERVATÓRIO - RESUMO DAS NOTÍCIAS DO OBSERVATÓRIO - 27 DE AGOSTO DE 2015

http://observatoriodaimprensadearacatuba.blogspot.com.br/2015/08/observatorio-moro-aciona-blogueiros-por.html O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da operação “lava jato”, fez uma representação ao Ministério Público Federal no Paraná contra dois jornalistas por crimes contra a honra de servidor público no exercício da função (no caso, o próprio Moro). O juiz afirma que notícias falsas e caluniosas foram publicadas por Fabiano Portilho, do Portal I9, e Miguel Baia Bargas, do blog Limpinho & Cheiroso, segundo informações do próprio blog. http://observatoriodaimprensadearacatuba.blogspot.com.br/2015/08/observatorio-pm-paulista-trabalha-para.html Repousa nas gavetas da Procuradoria Geral da República, em Brasília, a proposta de federalização dos crimes cometidos pela Polícia Militar em São Paulo. http://observatoriodaimprensadearacatuba.blogspot.com.br/2015/08/stedile-ha-20-anos-esquerda-so-pensa-em.html Ao esquecer Reforma Política, governo enr...

OBSERVATÓRIO - A PM paulista trabalha para ocultar provas dos massacres - LUIS NASSIF - QUI, 27/08/2015

Repousa nas gavetas da Procuradoria Geral da Rep ública, em Brasília, a proposta de federalização dos crimes cometidos pela Polícia Militar em São Paulo. Seria oportuno desengavet á-la, se o país, de fato, quiser se livrar de condenações aplicadas pelas cortes internacionais de direitos humanos. A proposta surgiu para apurar os crimes de maio de 2006 - mais de 600 pessoas massacradas por grupos de exterm ínio, em ação articulada, ao que tudo indica, pela Secretaria de Segurança de São Paulo. De l á para cá, a Polícia Militar de São Paulo transformou-se em uma máquina de assassinar jovens de periferia. O  modus operandi é conhecido de qualquer policial. Primeiro, aparecem os motoqueiros encapuçados assassinando as pessoas. Em seguida, uma viatura da PM para limpar as provas. Finalmente, o laudo inconclusivo do Instituto Médico Legal (IML). Nos massacres de 2006, cessaram as mortes apenas quando bravos m édicos do Conselho Regional de Medicina correram ao IML para fisca...

Stédile: “há 20 anos, esquerda só pensa em eleição” - Fonte: Outras Palavras - 25 DE AGOSTO DE 2015

“Estamos vivendo um período que conjugou três crises: econômica, política e social”. Ao esquecer Reforma Política, governo enredou-se na máquina do Estado e abriu espaço para retrocesso grave. Saída está em retomar “trabalho de base” e definir novo programa Entrevista a  Marco Weissheimer , no  Sul21  | Foto:  Guilherme Santos Há alguns meses, ou mesmo anos, João Pedro Stédile, uma das principais lideranças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), vem repetindo algumas advertências dirigidas à esquerda brasileira, relacionadas à evolução da conjuntura política nacional e internacional. Um de suas principais advertências consiste em alertar sobre a importância de não resumir a luta política à luta eleitoral e de não sucumbir às armadilhas da política tradicional, como abraçar o financiamento privado de campanhas como um método natural de fazer política. A crise política iniciada após a reeleição de Dilma Rousseff e a ofensi...

OBSERVATÓRIO - Brasil: velha mídia mergulha em nova crise - Por Helena Sthephanowitz, na RBA | Imagem: Matthias Haker - FONTE: OUTRAS MÍDIAS/OUTRAS PALAVRAS

Dados revelam queda abrupta de receita no primeiro semestre, em sequência ao prolongado declínio editorial. Revistas perdem mais de 20%; jornais, 9,7%. Editora Abril vive situação dramática Por  Helena Sthephanowitz , na  RBA  |  Imagem:  Matthias Haker O faturamento com anúncios nos meios TVs abertas, jornais, revistas e rádios somados caiu 8,5% no primeiro semestre de 2015 em relação ao mesmo período de 2014. Os números são da pesquisa de mercado sobre investimentos publicitários do Ibope Media. Os valores totais do ano anterior foram corrigidos pela variação do IGP-M (FGV) de junho de 2014 a junho de 2015 para apurar o crescimento real ajustado. O meio mais atingido foi o de revistas, com queda de 20,9%. Apesar da pesquisa não detalhar cada veículo, é sabido que a situação é dramática para a Editora Abril, que tem na semanal  Veja  seu carro-chefe. O balanço da Abril Comunicações de 2014 já mostrava um patrimônio líquido negat...

OBSERVATÓRIO - A VELHA VALSA DE UMA NOTA SÓ - POR: MARCOS BENEDITO

Mais uma vez, a comunidade negra é surpreendida com a informação da possível fusão da Secretaria Especial pela Promoção da Igualdade racial (SEPPIR), com outras secretarias de Governo. Não se trata exatamente de uma grande surpresa, pois desde que a SEPPIR foi criada, ela se tornou o alvo preferencial em todos os debates em torno da diminuição da máquina do Estado, transparecendo para a sociedade, que esta secretaria, existe única e exclusivamente para gerar gastos excessivos, sustentando cargos não essenciais, em comparação a outras secretarias consideradas “mais relevantes”. Nestas oportunidades, a realidade “vem à tona”, sem nenhum disfarce: as políticas de ações afirmativas, políticas públicas e de combate ao racismo não passam de “mera moeda de troca” e de “barganha política”, quando o interesse do Estado é colocado “em xeque”. Juntamente com a fragilidade política da secretaria, tornamo-nos presa fácil dos nossos algozes, quando deixamos de garanti...